25 de janeiro de 2012

Imperfeito VII

 


Não faça da sonolência de meus atos tuas palavras,
nem estenda tuas mãos em meu socorro.
Jamais interrompa o meu silêncio e minhas lágrimas,
pois a minha morte (mesmo que em vida)
é baseada em pura desordem.

Um comentário:

JOY disse...

Gostei do blog!
http://joycebc.blogspot.com/