16 de setembro de 2010

Do amor eu não abro mão


Primeiramente um passo,

pé direito.

passos longos,

grama verde,

verde e úmida.

Distância,

mas nada de saudade,

felicidade,

pés firmes ao chão.

Distração e euforia.

Os braços se abrem,

abrem-se também os sorrisos.

Imperfeições e meros detalhes,

implicações mutuas

e amores maiores.

Abraços e rodopios,

é a vida que mais uma vez

se torna um carrossel,

basta girar para ser feliz,

basta sonhar,

não basta ser livre,

é preciso sobretudo:

AMAR!

Um comentário:

cecília disse...

Lindo, lindo lindo!
ameei!
Estou embusca de uma felicidade mais real e este é o tipo de poema que alegra a alma e conforta o coração!
Um forte abraço querido!