28 de fevereiro de 2010

Todo carnaval tem seu fim... (Peq. contos)


Em uma noite onde a alegria passeava "tranquilamente" por entre as ruas, era o fim das fantasias, o último grito de carnaval, o enterro dos ossos para ser mais exato ou o inicio para mim. Inicio, isso mesmo!
Ela vestida de colombina, e eu não podia ser diferente, não usava fantasia alguma, estava de cara limpa, isso porque não era um folião legítimo ou coisa parecida, estava ali apenas para curtir a festa ao lado dos amigos. Pois bem, foi o inicio da troca de olhares. Ela sorria, pulava, cantava e me fazia feliz. Distribuía olhares, mas todos a procura de mim.
Eu ao contrario dela não esbocei expressão nenhuma, apenas coloquei meus olhos sobre tão bela criatura e não me contive em apenas observar, fui lá e me apresentei. Como quem lança confetes, bombardeei-a com perguntas. Queria saber mais sobre ela, queria saber tudo. -"Quem é você?" -"Qual o seu nome?" -"Baby, Baby me dá seu telefone?".
A noite como sempre foi se esvaindo, o beijo virou consequência e o resto é carnaval que não tem fim...

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